domingo, 25 de fevereiro de 2018

Livro: Networking




Saiba como construir as melhores redes de relacionamento Pessoal e Profissional.


“Relacionamentos são fundamentais, mas poucas pessoas estão conscientes de seu poder, ou como desenvolver, manter e influenciar redes de relacionamento ao longo da vida.

Em Networking, Michael Dulworth revela como as redes pessoais, profissionais e virtuais podem transformar nossa vida. Ele oferece ferramentas inovadoras.”


Autor: Michael Dulworth
Editora: Larousse 

Indicação de hoje!

Bjs,
Alda de Cássia 

sábado, 24 de fevereiro de 2018

5 perguntas indispensáveis para uma boa gestão do RH




"Enviar pesquisas regularmente dentro da organização ou empresa pode ajudar a levantar potenciais problemas, melhorar a produtividade e retenção e viabilizar sessões de treinamentos mais efetivas.

O capital humano se tornou um dos principais fatores para a construção e sustentabilidade das vantagens competitivas de uma organização. Saber como atender necessidades e gerenciar expectativas dos funcionários é de suma importância para todos os envolvidos na gestão de pessoas. Para tanto, o RH está envolvido em vários processos e práticas em que a palavra de ordem é "feedback".

O RH vivencia a frase célebre do guru da administração Peter Drucker: "Se você não pode medir, você não pode gerenciar". Dessa forma, o feedback é o elemento fundamental para que o RH possa estabelecer e implantar efetivamente suas estratégias e planos para a atração, desenvolvimento, retenção de profissionais. É a avaliação de avaliação do retorno das ações promovidas. E uma das maneiras que o RH dispõe para realizar este processo de forma a otimizar tempo e custos é por meio de aplicação de pesquisas on-line.

Os profissionais de RH estão utilizando as pesquisas com o objetivo de obter respostas que os ajudem a criar um ambiente de trabalho melhor. Solicitar feedback não é algo trivial. Enviar pesquisas regularmente dentro da organização ou empresa pode ajudar a levantar potenciais problemas, melhorar a produtividade e retenção e viabilizar sessões de treinamentos mais efetivas. Dessa forma, é importante tornar a ação de solicitar feedback um hábito.

A parte de elaboração do questionário é bem importante. Para tanto, faça cinco perguntas básicas para si mesmo: como?, por quê?, quem?, quando? e o quê?. Reserve alguns minutos para responder estas questões antes de começar a elaborar o questionário e enviar a sua pesquisa:

1. Como quer levantar as respostas?

Aqui é o meio, o método para se obter as respostas que está buscando. Por exemplo, questionários on-line, que substituem cada vez mais o "papel e caneta", por serem mais rápidos, práticos e acessíveis.

2. Por que quer levantar as respostas?

Esta é a pergunta mais importante, pois esclarece o motivo e quais informações que realmente deseja saber. Deixe seus objetivos muito claros antes de avançar para os próximos passos na pesquisa.

3. Quem é seu público entrevistado?

Esta pergunta pode ser bem simples, mas é muito importante para manter o foco. Respondentes devem ser uma "amostra" de uma "população". Uma população é o total de pessoas que deseja endereçar a pesquisa. A amostra é uma porção da população maior que, na prática, responderá sua pesquisa. Por exemplo, nos casos de pesquisas dentro da organização, espera-se que na pesquisa de clima a amostra seja de grande representatividade dessa população.

4. Quando se quer obter as respostas?

Está relacionado ao tempo necessário para coletar os feedback. Por exemplo, nas sessões de treinamento, as pesquisas de reação dos participantes são aplicadas após o seu término; um prazo de 15 dias para obter o feedback é razoável.

5. O que se quer perguntar?

Esta é a parte-chave da pesquisa. Enfim, o que se quer perguntar? Caso já tenha as primeiras quatro questões definidas, "o quê?" será uma questão muito mais fácil de responder. Há muitas formas e fatores a serem considerados no processo de elaboração do questionário, mas aqui estão algumas diretrizes gerais:
            - Primeiro, mantenha suas questões simples, diretas e concisas. Isso permite uma compreensão mais fácil das questões pelos entrevistados e garante uma análise de dados mais prática para você. Caso esteja com dúvidas se as perguntas estão claras, teste-as com seus amigos ou pessoas que não têm familiaridade com os tópicos em questão.

Uma dica importante caso você decida por questões de múltiplas escolha: procure limitar-se ao no máximo de sete alternativas por questão para não sobrecarregar os respondentes. Nomeie as opções, em vez de quantificá-los. Em vez de numerar de 1 a 5, por exemplo, use advérbios como: extremamente, muito, moderadamente, pouco ou nada. Outra opção é também se basear em modelos prontos e adaptar os questionários no que melhor encaixar à sua realidade.
Após o envio do questionário, é hora de começar a receber o feedback e realizar a suas análises."
Por Rodolfo Ohl

Postado pelo site do FBDE | NEXION Consulting - Consultores e auditores em marketing, vendas e gestão empresarial.

 *Pesquisa para o Blog e arte: Vitória de Cássia 



sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

Origem do automóvel-Fusca





Bem, lendo um livro infantil que falava sobre curiosidades sobre os carros, descobri que a origem da palavra automóvel vem do grego  autos e que significa ‘’Por si só’’ e também do latim: ‘’Mobilis", que quer dizer ‘’Móvel’’. 

Na verdade, a palavra surgiu na França em 1875. O interessante é que o primeiro carro que circulou no Brasil foi em São Paulo e o mais curioso dessa história foi que o motorista era o irmão de Alberto Santos Dumont.

Sim, sim era irmão do inventor do avião! Ele era o Henrique Santos Dumont. Pois bem, não poderia deixar de falar sobre um dos carros mais amados do Brasil: O Fusca.

Qual a origem do nome?Em alemão significava ‘’Carro do povo’’. Foi o carro mais popular surgido em todos os tempos.Ele foi projetado por Ferdinand Porsche e que foi aprovado na época por Adolf Hitler.

E, por incrível que pareça, foi usado por Hitler para fins militares, inclusive durante a segunda Guerra Mundial. Ops! Vamos falar dele aqui no Brasil. Ok?Foi fabricado em 1959 e deixou saudades quando teve sua fabricação interrompida em 1986, mas a pedido do ex-Presidente Itamar Franco, retornou em 1994. Porém, teve curta duração, foi até 1996.

Qual o motivo de falar sobre o ‘’Fusca’’? Lembrei do tempo que nossa mãe dizia que nosso futuro pai passava na porta da casa da nossa avó com o seu turbinado Fusca.

Sim, ele gostava muito do seu fusca azul claro, que comprou em 1961 quando ganhou na Loteria do Estado do Pará.Nossa mãe disse que ele até deu para quem vendeu o ‘’bilhete’’ uma bicicleta como agradecimento e que acabou tornando-se amigo.

Então, hoje vamos registrar a paixão que nosso pai tinha pelo seu fusca azul claro e de muitos que até hoje possuem o carro mais popular do Brasil.

Bjs,

Alda de Cássia 

*Imagem:Google 

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

A solução para bloqueios criativos




Você já sofreu com bloqueios criativos. Não adianta negar, todo mundo passa por isso. Não importa se vocês está trabalhando com planilhas no trabalho, tentando decidir a cor da cortina ou planejando uma viagem, você certamente já se deparou com um bloqueio mental que não te deixou seguir em frente.

Algumas vezes eles ocorrem por termos que decidir entre várias opções, outras vezes ocorrem simplesmente por não termos opção alguma. Em ambos os casos, ficamos presos em uma situação que sempre parece sem saída.
A solução, normalmente, é um simples intervalo. Voltar ao problema depois de uma hora, um dia ou uma semana, pode clarear a situação. Você até se surpreende com como a resposta estava ali, na sua cara.
Isso é uma capacidade fascinantes das nossas mentes. É incrível como ela é capaz de resolver um problema inconscientemente enquanto estamos vivendo nosso dia-a-dia.
A incubação funciona
O efeito de incubação é bem conhecido e faz parte da teoria dos “quatro estágios da criatividade”, formada pelo psicólogo inglês Graham Wallas em 1926:
1. Preparação
2. Incubação
3. Iluminação ou ideia
4. Verificação
O problema dessa teoria é que a fase da incubação é um grande mistério. Após a preparação, o processo de incubação consiste simplesmente em não fazer esforço consciente para resolver o problema, o que resulta em uma ideia ou iluminação. Muito bom para ser verdade, certo?
Por incrível que pareça, não é bom demais para ser verdade. Isso realmente acontece. Pesquisas no ramo da psicologia comprovam que a experiência de incubação (o famoso “dar um tempo”) realmente funciona. Mais de 50 estudos já foram feitos sobre esse processo, e três quartos deles comprovam seu funcionamento.
A pergunta, portanto, é: por que isso funciona?
É só esperar um tempo?
Um grupo de psicólogos afirma que o efeito de incubação consiste apenas em esperar um tempo. Quando você dá um intervalo a um problema, sua mente descansa e, quando você volta, ela está fresca para começar a trabalhar novamente – resolvendo tudo de forma melhor. Não é só sua mente que está renovada, mas todas as visões e pontos de vista que você tinha sobre o problema foram resetados. Antes, você via o problema de uma forma específica que limitava sua capacidade de encontrar soluções. Depois do intervalo, você esqueceu o que te prendia, e está livre para seguir em frente rumo à solução.
Porém, segundo os psicólogos, não é apenas esquecer o jeito antigo de pensar que permite avançar – há também a questão do trabalho inconsciente que ocorre no descanso.
Isso foi comprovado através de um teste. Os psicólogos ofereceram um desafio de criatividade aos participantes, que consistia em listar o maior número de novos usos para objetos cotidianos em dois minutos.
Uma cadeira, por exemplo: além de sentar, quais outros usos podem ser feitos dela? Você pode subir nela para ver algo alto; também é possível construir um abrigo para o frio, usando-a de apoio para cobertores….
Quanto mais usos imaginar, mais criativo é o indivíduo.
Depois disso, foram dados testes de matemática, para deixar a cabeça dos participantes ocupadas e, em seguida, o teste de criatividade foi feito novamente. A sacada foi que apenas uma parcela dos participantes sabia que voltaria a fazer o teste de criatividade, o resto foi surpreendido ao ter que realizá-lo outra vez.
O grupo que sabia que teria que realizar o teste novamente mais que dobrou o número de ideias, enquanto o grupo que foi pego de surpresa praticamente não aumentou sua média.
O estudo mostra, portanto, que o trabalho inconsciente é a chave no processo de incubação. O grupo que sabia que realizaria o teste novamente deixou o inconsciente trabalhando, enquanto estavam focados no teste de matemática. Já o outro grupo, que não esperava realizar a tarefa, descartou o teste de criatividade e não evoluiu no tempo de descanso. Isso significa que romper um bloqueio mental é, mais que tirar um descanso, saber que essas tarefas serão realizada depois dele.
A pesquisa também é uma boa dica para pessoas criativas em geral: intervalos entre atividades sempre vão te ajudar a avançar na criação. É ciência. Mesmo que sua rotina de trabalho seja apressada, intervalos são uma ótima escolha. Por mais que você ache uma perda de tempo, as soluções criativas que virão vão otimizar seu trabalho – além de proporcionar momentos mais agradáveis e diminuir o estresse do dia-a-dia.
Essas são, portanto, as duas principais dicas baseadas na pesquisa para tirar o máximo do efeito de incubação:
- Preparar: antes de deixar a ideia descansar, é bom sempre ter um panorama geral do problema. Não adianta parar logo que a crise surgir – é sempre bom conhecer o problema de todos os ângulos antes de incubá-lo. Seu inconsciente agradecerá.
- Pequenas pausas: até os períodos pequenos de incubação podem ser funcionais. Segundos os estudos, parar durante meia hora pode ter o mesmo efeito de deixar o problema repousando por 24 horas.
·         Texto adaptado de “The Incubation Effect: How to Break Through a Mental Block”, do Psyblog.


 *Pesquisa para o Blog e arte: Vitória de Cássia 



quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Quando a hora chega




Sim, sim chegamos à terra com passagem marcada, com antecedência e com o retorno garantido.Quando? No tempo de Deus.Não é verdade? Ops! Você pode discordar. Ok?

Temos uma missão a ser cumprida e, quando ela chega ao fim, Ele nos chama de volta para os seus braços. Daí, o meu entendimento quando vejo um acompanhante perder o seu ente no leito de um hospital.

Palavras perdem o sentido diante da dor dilacerante. O que falar? Será que é preciso? Será que a escuta se fará presente nesta hora?

Olhos fechados e uma prece...

É preciso agradecer o tempo vivido. Agradecer a oportunidade de ter amado e sido amado. A boca silencia. Dos olhos caem lágrimas de adeus. O que acredito? Que devemos amar os que estão ao nosso lado incondicionalmente, pois Deus um dia vai chamá-los para voltarem para casa e talvez a sensação seja: "Chegou a hora!’’

Bjs,

Alda de Cássia 

* Imagem:Teoria/Pensamentos e crônicas 

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Livro: O que acontece quando alguém morre?



Recentemente, falei aqui no Blog sobre esta coleção ‘’Terapia Infantil’’.Qual o livro? "Quando você está doente ou internado – Um guia parar curar crianças’’, de Tom McGrath, com ilustrações de R.W.Alley. Lembra?

Ops,acabei de verificar...Indicação foi excluída, mas vou postar novamente (problemas técnicos)... Aqui é assim... Descoberta em tempo real!!! (rsrs) 

Vamos Lá!!!!

Pois bem, hoje falo sobre o livro ’’O que acontece quando alguém morre- Um guia para as crianças lidarem com a morte e os funerais". Foi escrito por Michaelene Mundy, com ilustrações também de R.W.Alley, tendo sido publicado pela editora Paulus. 

Bem, ao folheá-lo, lembrei de como nossos pais falavam sobre a morte e a partida de entes queridos com a gente.

Nossa mãe dizia: "Ele vai para o céu!’’. Foi isso que ela disse quando matei acidentalmente, esmagado um pintinho no quintal da nossa casa em Mosqueiro.

O certo é que toda perda é ‘’ um vazio sem fundo’’. O quê???? Que coisa mais sem ‘’pé e nem cabeça para se falar’’. Não é mesmo?

Imagine uma criança ‘’perdendo’’ quem ama. Você consegue imaginar tal dor? Sim? Não? Então, neste livro é possível ajudar uma criança a compreender os mistérios que estão envolvidos com a morte e os funerais.

Por isso, indicamos este livro para ser usado com as crianças. É repleto de ilustrações que o tornam agradável para leitura.

Dica de hoje!

Bjs,
Alda de Cássia

*Imagem: Paulus Editora 


segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Não desista NUNCA




Não desista NUNCA dos seus sonhos.
Não desista NUNCA de um grande amor.
Não desista NUNCA de ser feliz.
Não desista NUNCA de ser uma pessoa melhor para o mundo.
Não desista NUNCA de compartilhar o bem.
Não desista NUNCA de VOCÊ!

Sabe por quê?
Por que DEUS não vai desistir NUNCA  de VOCÊ

Diante das adversidades que batem na porta, da perda de um ente querido ou de um sonho ainda não realizado... Não desista NUNCA


Bjs,
Alda de Cássia


*Imagem: Cacef